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Difusão de notícias falsas volta a crescer no Facebook
Publicado em 15/04/2016
Mais de um ano após o Facebook anunciar medidas contra os sites de notícias falsas, que usam a plataforma para obter audiência e receita publicitária, eles dão sinais de que voltaram a crescer.
É o que indica levantamento do "BuzzFeed", a partir de nove dos maiores sites americanos de "fake news": "National Report", "Huzlers", "Empire News", "Daily Currant", "I Am Cream Bmp", "CAP News", "NewsBiscuit", "Call the Cops" e "World News Daily Report".
"Em muitos aspectos, é a idade de ouro das notícias falsas", apontou o "BuzzFeed".
Segundo o Facebook, houve queda no compartilhamento dos sites e de seus posts "desde o início das atualizações visando rebaixar os hoaxes" (fraudes) nos rankings da plataforma.
Mas o levantamento mostra que o número de engajamentos médios por post dos nove sites ("likes", compartilhamentos e comentários), que de fato vinha caindo até dezembro de 2015, saltou de 435 para 828 em janeiro e para 1.305 em fevereiro de 2016.
Para Quentin Hardy, editor de tecnologia no "New York Times", os números são reveladores do mundo jornalístico hoje, ao evidenciar fenômeno em que "as notícias são falsas", mas "os anúncios publicitários são verdadeiros".
"National Report" e demais se sustentam com os cliques nos anúncios que publicam em seus sites, dados pelos internautas que chegam até eles através de rede social.
A exemplo de sites paródicos, como "The Onion" ou "Sensacionalista", inventam notícias com títulos chamativos, mas supostamente sérios.
O Facebook não é a única plataforma afetada por "fake news". No ano passado, estudo de uma pesquisadora do Georgia Tech, nos EUA, apontou que "alarmantes 23,46% da corrente global de tuítes não têm credibilidade".
Destacou então, como exemplo de notícia falsa, o "apocalipse zumbi do ebola", originado no "Huzlers".
Agora, o destaque é do "Empire News", com suposta agressão ao autor do atentado na maratona de Boston, na prisão: mais de 240 mil "likes", 23 mil compartilhamentos e 28 mil comentários.
BRASIL
Não faltam "hoaxes" também no Brasil. Nesta semana, a jornalista da GloboNews Cristiana Lôbo usou as redes sociais para negar que seja dela a voz em áudio sobre manifestações. Na gravação, a voz diz que a população deve ficar vigilante, pois estão "enfiando dinheiro na ordem de R$ 1 milhão para quem votar contra o impeachment".
Procurado para comentar como está o programa de combate aos sites de notícias falsas no país, um porta-voz do Facebook Brasil respondeu:
"Dependemos de nossa comunidade para denunciar conteúdos que possam ter ferido nossas políticas. Conteúdos reportados como notícias falsas têm sua distribuição no Feed de Notícias reduzida", ainda que não sejam removidos. "Desde janeiro de 2015, temos visto um declínio no compartilhamento de notícias falsas e rumores."
É o que indica levantamento do "BuzzFeed", a partir de nove dos maiores sites americanos de "fake news": "National Report", "Huzlers", "Empire News", "Daily Currant", "I Am Cream Bmp", "CAP News", "NewsBiscuit", "Call the Cops" e "World News Daily Report".
"Em muitos aspectos, é a idade de ouro das notícias falsas", apontou o "BuzzFeed".
Segundo o Facebook, houve queda no compartilhamento dos sites e de seus posts "desde o início das atualizações visando rebaixar os hoaxes" (fraudes) nos rankings da plataforma.
Mas o levantamento mostra que o número de engajamentos médios por post dos nove sites ("likes", compartilhamentos e comentários), que de fato vinha caindo até dezembro de 2015, saltou de 435 para 828 em janeiro e para 1.305 em fevereiro de 2016.
Para Quentin Hardy, editor de tecnologia no "New York Times", os números são reveladores do mundo jornalístico hoje, ao evidenciar fenômeno em que "as notícias são falsas", mas "os anúncios publicitários são verdadeiros".
"National Report" e demais se sustentam com os cliques nos anúncios que publicam em seus sites, dados pelos internautas que chegam até eles através de rede social.
A exemplo de sites paródicos, como "The Onion" ou "Sensacionalista", inventam notícias com títulos chamativos, mas supostamente sérios.
O Facebook não é a única plataforma afetada por "fake news". No ano passado, estudo de uma pesquisadora do Georgia Tech, nos EUA, apontou que "alarmantes 23,46% da corrente global de tuítes não têm credibilidade".
Destacou então, como exemplo de notícia falsa, o "apocalipse zumbi do ebola", originado no "Huzlers".
Agora, o destaque é do "Empire News", com suposta agressão ao autor do atentado na maratona de Boston, na prisão: mais de 240 mil "likes", 23 mil compartilhamentos e 28 mil comentários.
BRASIL
Não faltam "hoaxes" também no Brasil. Nesta semana, a jornalista da GloboNews Cristiana Lôbo usou as redes sociais para negar que seja dela a voz em áudio sobre manifestações. Na gravação, a voz diz que a população deve ficar vigilante, pois estão "enfiando dinheiro na ordem de R$ 1 milhão para quem votar contra o impeachment".
Procurado para comentar como está o programa de combate aos sites de notícias falsas no país, um porta-voz do Facebook Brasil respondeu:
"Dependemos de nossa comunidade para denunciar conteúdos que possam ter ferido nossas políticas. Conteúdos reportados como notícias falsas têm sua distribuição no Feed de Notícias reduzida", ainda que não sejam removidos. "Desde janeiro de 2015, temos visto um declínio no compartilhamento de notícias falsas e rumores."
Fonte: Folha Online - 14/04/2016
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