<
Voltar para notícias
Poupança perde mais R$ 6,5 bi em maio e retirada chega a R$ 38,8 bi no ano
Publicado em 07/06/2016 , por CÉLIA FROUFE
Ouça esta matéria
Leitura automática, direto no seu navegador.
Pronto para ler a matéria.
Em meio ao aumento de desemprego e alta da inflação, retiradas da caderneta foram as maiores dos últimos 21 anos
O volume de recursos que os investidores sacaram da caderneta de poupança em maio, já descontadas as aplicações, foi de R$ 6,592 bilhões. Segundo dados do Banco Central, a retirada é a maior em 21 anos para o mês - o pior resultado até então havia sido computado no ano passado, de R$ 3,199 bilhões. No acumulado do ano, o saque na poupança também é recorde e chega a R$ 38,888 bilhões.
De acordo com o BC, o total de aplicações no mês passado foi de R$ 160,931 bilhões e o de saques, de R$ 167,522 bilhões. O estoque desse investimento está em R$ 637,865 bilhões, já considerando os rendimentos de R$ 3,969 bilhões de maio. Mais uma vez, o patrimônio da caderneta recuou - a sétima queda consecutiva desde novembro de 2015.
O desempenho no mês passado só não foi pior porque no último dia útil de maio ingressaram R$ 3,229 bilhões na caderneta. Até o dia 30, a conta estava negativa em R$ 9,821 bilhões. Esse movimento de arrecadação nos últimos dias é tradicional e ocorre com aumento dos depósitos por causa de aplicações automáticas da conta corrente que alguns investidores já deixam programadas para ocorrer.

Juro e inflação. A contínua e acentuada deterioração da caderneta se dá por conta da piora do cenário econômico, com a alta da inflação e do aumento do desemprego. Além disso, outros investimentos se tornaram mais atrativos ao apresentarem rentabilidade maior. A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) - esse cálculo vale para quando a taxa básica de juros (Selic) está acima de 8,5% ao ano e atualmente está em 14,25% ao ano.
O volume de recursos que os investidores sacaram da caderneta de poupança em maio, já descontadas as aplicações, foi de R$ 6,592 bilhões. Segundo dados do Banco Central, a retirada é a maior em 21 anos para o mês - o pior resultado até então havia sido computado no ano passado, de R$ 3,199 bilhões. No acumulado do ano, o saque na poupança também é recorde e chega a R$ 38,888 bilhões.
De acordo com o BC, o total de aplicações no mês passado foi de R$ 160,931 bilhões e o de saques, de R$ 167,522 bilhões. O estoque desse investimento está em R$ 637,865 bilhões, já considerando os rendimentos de R$ 3,969 bilhões de maio. Mais uma vez, o patrimônio da caderneta recuou - a sétima queda consecutiva desde novembro de 2015.
O desempenho no mês passado só não foi pior porque no último dia útil de maio ingressaram R$ 3,229 bilhões na caderneta. Até o dia 30, a conta estava negativa em R$ 9,821 bilhões. Esse movimento de arrecadação nos últimos dias é tradicional e ocorre com aumento dos depósitos por causa de aplicações automáticas da conta corrente que alguns investidores já deixam programadas para ocorrer.
Juro e inflação. A contínua e acentuada deterioração da caderneta se dá por conta da piora do cenário econômico, com a alta da inflação e do aumento do desemprego. Além disso, outros investimentos se tornaram mais atrativos ao apresentarem rentabilidade maior. A remuneração da poupança é formada por uma taxa fixa de 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial (TR) - esse cálculo vale para quando a taxa básica de juros (Selic) está acima de 8,5% ao ano e atualmente está em 14,25% ao ano.
Fonte: Estadão - 06/06/2016
1694
pessoas já leram este conteúdo
Notícias
- 23/10/2026 CMN e BC atualizam regras de segurança e transparência do Open Finance
- Trabalhadora grávida orientada a vomitar em lixeira receberá R$ 30 mil em ação contra Vivo e call center
- Tomate desafia padrão histórico de preços e surpreende na inflação de 2026
- Inadimplência no aluguel cai pela 3ª vez seguida e atinge menor nível desde abril
- Tarifa zero no transporte público pode depender de lei após aprovação de PEC
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Como tirar o nome do SPC e SERASA? Quais os procedimentos para exclusão?
