<
Voltar para notícias
1641
pessoas já leram essa notícia
Shopping centers adiam contratos da decoração de Natal por causa da crise
Publicado em 12/09/2016 , por Maria Cristina Frias
Os contratos para a montagem de grandes decorações de Natal, em geral firmados até junho, foram fechados tardiamente pelos centros comerciais neste ano.
"Tive negociações que se estenderam até o fim de agosto. Alguns clientes esperaram para ver o que ocorreria com a economia", afirma Ana Cecília Cipolatti, sócio-diretora da empresa do ramo que leva seu sobrenome.
A queda do movimento nos shopping centers e mudanças no quadro de gerentes dos centros comerciais durante a crise fizeram com que companhias demorassem a fechar os acordos, diz Cecilia Dale, proprietária da marca homônima.
Os últimos contratos assinados com a empresa também foram concluídos em agosto. "A alta da inadimplência no início do ano aumentou a insegurança entre os clientes", avalia Dale.
O número de companhias em busca do serviço não caiu, mas os investimentos foram menores em relação a 2015, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce, que representa os shoppings.
"Não deverá ser um ano com grandes ações, mas ninguém deixa de fazer Natal."
Alguns centros, segundo ele, ainda avaliam ampliar seus contratos com a melhora da expectativa para as vendas do fim deste ano.
"No início do ano, a situação era mais complicada. Hoje, há uma perspectiva de retomada até dezembro."
A demora das negociações, porém, terminaram por elevar o custo das montagens, de acordo com Cipolatti.
"Com o atraso, não temos mais margem para negociar materiais, a importação só poderá ser feita por via aérea, e serão geradas mais horas extras de trabalho."
"Tive negociações que se estenderam até o fim de agosto. Alguns clientes esperaram para ver o que ocorreria com a economia", afirma Ana Cecília Cipolatti, sócio-diretora da empresa do ramo que leva seu sobrenome.
A queda do movimento nos shopping centers e mudanças no quadro de gerentes dos centros comerciais durante a crise fizeram com que companhias demorassem a fechar os acordos, diz Cecilia Dale, proprietária da marca homônima.
Os últimos contratos assinados com a empresa também foram concluídos em agosto. "A alta da inadimplência no início do ano aumentou a insegurança entre os clientes", avalia Dale.
O número de companhias em busca do serviço não caiu, mas os investimentos foram menores em relação a 2015, afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce, que representa os shoppings.
"Não deverá ser um ano com grandes ações, mas ninguém deixa de fazer Natal."
Alguns centros, segundo ele, ainda avaliam ampliar seus contratos com a melhora da expectativa para as vendas do fim deste ano.
"No início do ano, a situação era mais complicada. Hoje, há uma perspectiva de retomada até dezembro."
A demora das negociações, porém, terminaram por elevar o custo das montagens, de acordo com Cipolatti.
"Com o atraso, não temos mais margem para negociar materiais, a importação só poderá ser feita por via aérea, e serão geradas mais horas extras de trabalho."
Fonte: Folha Online - 11/09/2016
1641
pessoas já leram essa notícia
Notícias
- 03/07/2026 Médico, atleta ou dono de cartório? Faça o QUIZ e veja quais profissões têm o maior patrimônio no Brasil
- Contribuinte pode ter restituição do Imposto de Renda sem ter sido obrigado a declarar; veja como receber os valores
- Receita abre na quarta consulta a lote com restituições de até R$ 1.000 para quem não declarou
- Com medo de calotes, empresas contratam mais seguro para cobrir inadimplência
- Flávio diz aos EUA querer 'se libertar' do Mercosul e propõe alívio a empresas de cartão de crédito
- Salário maior, bolso apertado: por que o dinheiro parece desaparecer?
- Polícia alerta para golpe que usa nome da Secretaria da Segurança Pública de SP para obter dados pessoais
- Aneel relicita quatro lotes de transmissão com investimentos de R$ 1,8 bi
- Estatais federais lucram R$ 169,4 bilhões em 2025, alta de 38% no ano
- Setor de alimentação volta a pressionar menos a inflação em SP
- Executivo da GM defende adiamento de Imposto Seletivo e carga tributária igual sobre veículos
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Acordo – Paga a primeira parcela nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)
