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Após fogo, Samsung suspende vendas e pede que usuários desliguem Galaxy Note 7
Publicado em 11/10/2016
A Samsung vai pedir a todos seus parceiros globais que suspendam a venda e a troca do smartphone Galaxy Note 7, que tem apresentado problemas com a bateria. A empresa ainda não havia divulgado previsão de chegada do aparelho ao Brasil
Em 2 de setembro, a Samsung anunciou um recall global de 2,5 milhões de Notes 7, porque baterias defeituosas do modelo fizeram algumas unidades pegarem fogo.
A fim de investigar profundamente, a gigante sul-coreana também pediu a todos os consumidores que desliguem e parem de usar o aparelho.
As principais operadoras de telefonia dos Estados Unidos e da Austrália suspenderam vendas ou trocas do modelo e grandes companhias aéreas seguem proibindo o Note 7. O principal motivo é o esvaziamento de um avião da Southwest Airlines nos EUA, após um aparelho que já tinha sido substituído emitir fumaça durante um voo.
No Brasil, companhias que atuam no Brasil também estão pedindo que passageiros mantenham esses celulares desligados durante voos celulares. As empresas também não estão permitindo que esses smartphones sejam despachados como bagagem.
De acordo com a agência Reuters, a Samsung também parou a produção do dispositivo. "Se a produção do Note 7 continuasse, isso levaria ao maior ato de auto-destruição de marca da história da tecnologia moderna", disse Eric Schiffer, especialista de marcas e presidente da Reputation Management Consultants.
A empresa não havia comentado a suspensão.
RECUPERAÇÃO
Reuniões acaloradas, férias sacrificadas e equipes monitorando as redes sociais exaustivamente para rastrear quaisquer incêndios em telefones: a Samsung Electronics ainda está tentando desesperadamente limitar o dano de um recall global recorde.
A crise é pior que qualquer outra que a empresa já enfrentou, disse um informante da Samsung, que não quis ser identificado devido à sensibilidade do assunto. "Ela impacta diretamente nossos produtos, nossas marcas e a confiança com os consumidores", disse esta pessoa.
Em 2 de setembro, a Samsung anunciou um recall global de 2,5 milhões de Notes 7, porque baterias defeituosas do modelo fizeram algumas unidades pegarem fogo.
A fim de investigar profundamente, a gigante sul-coreana também pediu a todos os consumidores que desliguem e parem de usar o aparelho.
As principais operadoras de telefonia dos Estados Unidos e da Austrália suspenderam vendas ou trocas do modelo e grandes companhias aéreas seguem proibindo o Note 7. O principal motivo é o esvaziamento de um avião da Southwest Airlines nos EUA, após um aparelho que já tinha sido substituído emitir fumaça durante um voo.
No Brasil, companhias que atuam no Brasil também estão pedindo que passageiros mantenham esses celulares desligados durante voos celulares. As empresas também não estão permitindo que esses smartphones sejam despachados como bagagem.
De acordo com a agência Reuters, a Samsung também parou a produção do dispositivo. "Se a produção do Note 7 continuasse, isso levaria ao maior ato de auto-destruição de marca da história da tecnologia moderna", disse Eric Schiffer, especialista de marcas e presidente da Reputation Management Consultants.
A empresa não havia comentado a suspensão.
RECUPERAÇÃO
Reuniões acaloradas, férias sacrificadas e equipes monitorando as redes sociais exaustivamente para rastrear quaisquer incêndios em telefones: a Samsung Electronics ainda está tentando desesperadamente limitar o dano de um recall global recorde.
A crise é pior que qualquer outra que a empresa já enfrentou, disse um informante da Samsung, que não quis ser identificado devido à sensibilidade do assunto. "Ela impacta diretamente nossos produtos, nossas marcas e a confiança com os consumidores", disse esta pessoa.
Fonte: Folha Online - 10/10/2016
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