Acre tem menor índice de inadimplência da Região Norte em setembro, aponta Serasa
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Acre tem menor índice de inadimplência da Região Norte em setembro, aponta Serasa

Publicado em 06/11/2026 , por G1

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Estado registrou 47,25% da população adulta com nome negativado. Conforme o Serasa, em agosto, o percentual era de 47,35%, enquanto em julho chegou a 47,45%.

O Acre registrou 47,25% da população adulta inadimplente em setembro, segundo o Mapa da Inadimplência divulgado pela Serasa. O percentual também é o menor entre os sete estados da Região Norte e coloca o estado na 18ª posição do ranking nacional.

Apesar de ficar abaixo da média nacional, de 51,06%, o índice mostra que quase metade dos adultos acreanos está com o nome negativado. Conforme o serasa, em agosto, o percentual era de 47,35%, enquanto em julho chegou a 47,45%.

De acordo com os dados, em todo o país, 84,2 milhões de pessoas estavam inadimplentes em setembro. O número representa o maior resultado de toda a série histórica da Serasa, após 20 meses consecutivos de crescimento.

Os bancos e cartões de crédito concentram a maior parcela das dívidas dos consumidores, com 27,1% do total. As financeiras aparecem em seguida, com 20,6%.

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As contas básicas, como água, luz e gás, também representam uma parcela expressiva, com 20,3%. Já as dívidas relacionadas a serviços correspondem a 11,4%.

Na Região Norte, o Amapá aparece com o maior percentual de adultos inadimplentes, com 64,84%, seguido pelo Amazonas (61,36%) e Tocantins (57,03%). Rondônia aparece com 53,40%, Roraima com 51,76% e Pará com 48,89%.

O Acre aparece na outra ponta do levantamento, com uma diferença de 17,59 pontos percentuais em relação ao Amapá. (Veja o gráfico abaixo)

O levantamento também mostra que as mulheres representam 50,5% das pessoas inadimplentes, enquanto os homens correspondem a 49,5%.

Na divisão por idade, a maior concentração está entre pessoas de 41 a 60 anos, que representam 35,7% dos negativados.

Em seguida aparecem os consumidores de 26 a 40 anos (33,2%), aqueles com mais de 60 anos (20,1%) e os jovens de 18 a 25 anos (11%).

Fonte: G1 - 06/11/2026

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