Procon divulga 'lista suja' com 419 sites para consumidor evitar na Black Friday
Publicado em 08/11/2018 , por Caio Faheina
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As lojas virtuais receberam reclamações de consumidores, foram notificadas, não responderam ou não foram encontradas
Às vésperas da campanha de superdescontos Black Friday, que ocorre no próximo dia 23 de novembro, o consumidor deve estar mais atento aos sites em que pretende realizar suas compras. Isso porque, neste ano, 419 empresas estão na chamada 'lista suja' divulgada pela Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP). Destas, 16 entraram no levantamento somente nos primeiros quatro meses deste ano - abril foi o mês com o registro mais recente.
Os sites devem ser evitados porque receberam reclamações de consumidores registradas no órgão fiscalizador, foram notificados, não responderam ou não foram encontrados.
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Dos 419 registros de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ou de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) fiscalizados, 252 empresas estão com o endereço eletrônico fora do ar e 167 têm sites ativos.
Principais reclamações durante a Black Friday
De acordo com o Procon-SP, 2.091 queixas foram feitas por consumidores durante a edição passada da Black Friday, em 2017. Entre elas estão "maquiagem de desconto", quando se aumenta o preço antes da data para, em seguida, aplicar um desconto que, na verdade, iguala o desembolso do consumidor com o valor anterior.
Também foram identificados casos em que o produto ou o serviço oferecido não estar disponível no estoque da loja virtual.
Há também casos em que a loja mudou o preço do item quando o consumidor finalizou a compra e pedidos cancelado pela empresa após a finalização da aquisição.
Clique aqui e confira os 419 cadastros da 'lista suja' do Procon-SP
Fonte: Estadão - 08/11/2018
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