C6 estreia com 200 mil contas e serviços para empresas
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C6 estreia com 200 mil contas e serviços para empresas

Publicado em 07/08/2019 , por Fernanda Guimarães, O Estado de S.Paulo

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Banco digital terá área ‘humano tech’, que criará soluções para pessoas jurídicas, unindo talento e tecnologia

O banco digital C6 Bank, de ex-sócios do BTG Pactual, começou suas operações oficialmente nesta segunda-feira, 5, com 200 mil contas já abertas na fase de pré-lançamento. Os serviços serão oferecidos pelo aplicativo de celular.

Entre as ofertas, há conta corrente sem taxa de manutenção, transferências ilimitadas e gratuitas, saques ilimitados e gratuitos, pagamentos, cartão múltiplo (débito e crédito) gratuito, portabilidade de salário, depósito por boleto, uma oferta própria de CDBs (Certificado de Depósito Bancário) com remuneração a partir de 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e o Taggy (serviço para pagamento automático de pedágios sem cobrança de mensalidade ou tarifa).

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“Queremos oferecer uma grade de produtos completa para que as pessoas se sintam confortáveis em trazer suas finanças para o C6, em um mesmo aplicativo consolidado que ajude a economizar tempo”, disse Luiz Marcelo Calicchio, sócio-fundador do banco.

Serviços

O banco lançou também o C6 Kick, que oferece ao usuário a possibilidade de transferir dinheiro via SMS para qualquer banco, de forma gratuita; e o programa de recompensas Átomos. O acúmulo de pontos ocorrerá não só nas compras com cartão de crédito mas também no cartão de débito e no pagamento de boletos.

Um dos diferenciais do C6 é começar com uma estratégia forte, voltada aos clientes pessoa jurídica. Na área das maquininhas, por exemplo, o equipamento não tem taxa de aluguel nem de aquisição para MEIs (Microempreendedores Individuais) e empresas com faturamento na maquininha a partir de R$ 5 mil por mês.

O banco criou ainda o Conexão C6, formado por consultores empresariais. O banco já treinou 130 deles e tem como meta terminar o ano com mil. O objetivo é atender empresas com faturamento de R$ 50 mil a R$ 50 milhões ao ano. Essa área, segundo o C6, tem potencial de crescimento e poucas soluções customizadas. Philipe Pellegrino, chefe de distribuição para pessoas jurídicas, diz que a estratégia é oferecer a esse público um serviço “humano tech”, ou seja, aliar tecnologia e talento.

A instituição entrou em testes em maio, logo após receber autorização de operação pelo Banco Central. Nesse primeiro momento, o C6 está sendo suportada pelos recursos próprios de seus sócios. Mas chega em um momento no qual outros bancos digitais, como Nubank e Inter, estão no radar de grandes investidores. “Em algum momento será necessário (atrair investidores) e isso vai acontecer, é natural”, afirma Calicchio.

Fonte: Estadão - 06/08/2019

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