Eleições 2026: candidato ao Senado, Sanderson (PL), destaca a dívida do RS com a União
< Voltar para notícias

Eleições 2026: candidato ao Senado, Sanderson (PL), destaca a dívida do RS com a União

Publicado em 02/09/2026 , por R7

Ouça esta matéria Leitura automática, direto no seu navegador.

Pronto para ler a matéria.

A dívida do Rio Grande do Sul

Segundo Sanderson, a dívida do RS hoje ultrapassa R$ 110 bilhões, sendo que 90% dela foi contraída nos últimos 40 anos, majoritariamente junto à União. Para o candidato, cabe aos senadores - e não ao governador - a articulação para resolver essa questão, já que representam o Estado junto à Federação. Ele defende que a resolução do problema fiscal é essencial para destravar investimentos em infraestrutura no RS, citando as estradas do Estado como exemplo de área que precisa de aportes pesados.

Sanderson afirmou que o artigo 52 da Constituição Federal dá, aos senadores, o papel de tratar de renegociações de dívidas internas e externas dos estados, e defendeu uma possível auditoria da dívida gaúcha, para verificar se os juros cobrados são justos, além de buscar uma rolagem do débito junto ao Ministério da Fazenda.

O candidato citou, como exemplo de atuação parlamentar, a mobilização da bancada do Amazonas na reforma tributária, que conseguiu manter o regime da Zona Franca de Manaus, mesmo com divergências políticas entre os senadores do estado, e defendeu que os três senadores do RS façam esforço semelhante, unidos, independentemente da polarização política.

Pedidos de impeachment

Afirmando seu apoio ao candidato do PL à presidência, Sanderson criticou ministros do Supremo Tribunal Federal, em especial Alexandre de Moraes, a quem teceu severas críticas e afirmou que, se eleito, pretende protocolar, já no primeiro dia de mandato, pedidos de abertura de processo de impeachment contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Quem é o candidato

Sanderson nasceu em Erechim, criou-se em Santo Ângelo e hoje vive em Porto Alegre. Ele aproveitou o minuto final para dizer que concorre ao Senado pelo Rio Grande do Sul na mesma chapa do também candidato Marcel van Hattem, e que integra a coligação estadual que tem Luciano Zucco, como candidato ao governo.

  • Ubiratan Sanderson, candidato ao Senado, defende a renegociação da dívida do Rio Grande do Sul, que supera R$ 110 bilhões.
  • Ele destaca a importância da união dos senadores para viabilizar investimentos em infraestrutura através de melhores condições fiscais.
  • Sanderson critica ministros do STF e pretende protocolar pedidos de impeachment, alegando indícios de corrupção.
  • Na segurança pública, propõe a criação de um Ministério da Segurança Pública e a atribuição de poderes de polícia às guardas municipais.

A dívida do Rio Grande do Sul

A dívida do Rio Grande do Sul

Segundo Sanderson, a dívida do RS hoje ultrapassa R$ 110 bilhões, sendo que 90% dela foi contraída nos últimos 40 anos, majoritariamente junto à União. Para o candidato, cabe aos senadores - e não ao governador - a articulação para resolver essa questão, já que representam o Estado junto à Federação. Ele defende que a resolução do problema fiscal é essencial para destravar investimentos em infraestrutura no RS, citando as estradas do Estado como exemplo de área que precisa de aportes pesados.

Segundo Sanderson, a dívida do RS hoje ultrapassa R$ 110 bilhões, sendo que 90% dela foi contraída nos últimos 40 anos, majoritariamente junto à União. Para o candidato, cabe aos senadores - e não ao governador - a articulação para resolver essa questão, já que representam o Estado junto à Federação. Ele defende que a resolução do problema fiscal é essencial para destravar investimentos em infraestrutura no RS, citando as estradas do Estado como exemplo de área que precisa de aportes pesados.

Sanderson afirmou que o artigo 52 da Constituição Federal dá, aos senadores, o papel de tratar de renegociações de dívidas internas e externas dos estados, e defendeu uma possível auditoria da dívida gaúcha, para verificar se os juros cobrados são justos, além de buscar uma rolagem do débito junto ao Ministério da Fazenda.

Sanderson afirmou que o artigo 52 da Constituição Federal dá, aos senadores, o papel de tratar de renegociações de dívidas internas e externas dos estados, e defendeu uma possível auditoria da dívida gaúcha, para verificar se os juros cobrados são justos, além de buscar uma rolagem do débito junto ao Ministério da Fazenda.

O candidato citou, como exemplo de atuação parlamentar, a mobilização da bancada do Amazonas na reforma tributária, que conseguiu manter o regime da Zona Franca de Manaus, mesmo com divergências políticas entre os senadores do estado, e defendeu que os três senadores do RS façam esforço semelhante, unidos, independentemente da polarização política.

O candidato citou, como exemplo de atuação parlamentar, a mobilização da bancada do Amazonas na reforma tributária, que conseguiu manter o regime da Zona Franca de Manaus, mesmo com divergências políticas entre os senadores do estado, e defendeu que os três senadores do RS façam esforço semelhante, unidos, independentemente da polarização política.

Pedidos de impeachment

Pedidos de impeachment

Afirmando seu apoio ao candidato do PL à presidência, Sanderson criticou ministros do Supremo Tribunal Federal, em especial Alexandre de Moraes, a quem teceu severas críticas e afirmou que, se eleito, pretende protocolar, já no primeiro dia de mandato, pedidos de abertura de processo de impeachment contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Afirmando seu apoio ao candidato do PL à presidência, Sanderson criticou ministros do Supremo Tribunal Federal, em especial Alexandre de Moraes, a quem teceu severas críticas e afirmou que, se eleito, pretende protocolar, já no primeiro dia de mandato, pedidos de abertura de processo de impeachment contra os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Sanderson nasceu em Erechim, criou-se em Santo Ângelo e hoje vive em Porto Alegre. Ele aproveitou o minuto final para dizer que concorre ao Senado pelo Rio Grande do Sul na mesma chapa do também candidato Marcel van Hattem, e que integra a coligação estadual que tem Luciano Zucco, como candidato ao governo.

Sanderson nasceu em Erechim, criou-se em Santo Ângelo e hoje vive em Porto Alegre. Ele aproveitou o minuto final para dizer que concorre ao Senado pelo Rio Grande do Sul na mesma chapa do também candidato Marcel van Hattem, e que integra a coligação estadual que tem Luciano Zucco, como candidato ao governo.

  • Google News
  • X (Twitter)
  • Link de compartilhamento

Fonte: R7 - 02/09/2026

2 pessoas já leram este conteúdo  

Notícias

Ver mais notícias

Perguntas e Respostas

Ver mais perguntas e respostas